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quarta-feira, abril 28, 2010

Crianças em atitude de adoração!

Crianças em atitude de adoração!



No dia 25 de Abril de 2010 a Missão com Crianças completou 31 anos de existência, tendo como coordenadora Simone Pantoja e vice coordenadora Tânia Dias.


Tivemos uma participação especial da Irmã Naldima Macedo (ex-coordenadora) onde passou 12 anos cuidando, educando, direcionando nossas crianças na palavra de Deus.

Salt (Rodrigo Mourão)

 

As crianças apresentartam a Jesus uma cantata com duração de 40 minutos, sendo a igreja contagiada pelo Espirito Santo.


 
O Diácono e Maestro Abiezer Monteiro, ministrou a Palavra de Deus, e logo após o Pastor Ronaldo agradeceu a missão


Pastor Ribamar Martins, orando com a Igreja pelas crianças



Agradecemos a Deus e a todos que contribuiram com esta missão.







Coordenadora Simone Pantoja e Salt


Tânia Dias (Vice Coordenadora), Simone Pantoja (Coordenadora), Ane Silva (Regente), Cláudia


Honra a teu pai e a tua mãe, que é o primeiro mandamento com promessa, para que te vá bem, e vivas muito tempo sobre a terra. (Efésios 6:2-3)








Simone Pantoja e Tânia Dias
Coordenação: Missão com Criança



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Assembléia de Deus - Templo Alferes Costa / Distrito: Pedreira 2
Tv. Alferes Costa, n° 1631 / Belém-Pará- Brasil
Telefone: (91) 3233-4651 (Somente em horário de Culto)
E-mail / msn: prronaldoalmeida@hotmail.com


segunda-feira, abril 26, 2010

III Festa do Ritmo (Fundação Carlos Gomes)


A Fundação Carlos Gomes realiza de 28 de abril a 1º de maio de 2010 a III Festa de Ritmo, o tradicional Festival de Percussão da instituição, uma ação didática que visa solidificar a formação de músicos na área de percussão.

Segundo a coordenadora do evento, Cláudia Oliveira, “a realização do evento estimula o crescimento e desenvolvimento pedagógico dos alunos de percussão e fortalece as instituições de ensino musical".

O destaque deste ano fica por conta da Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz, sob a regência do maestro Enaldo Oliveira, que pela primeira vez participará do festival, tendo como solista o TACAP (Quinteto de Percussão da Amazônia), na estréia nacional da obra “Garbage Concerto” do compositor canadense Jan Jarvlepp.

Os concertos acontecerão na Sala Ettore Bósio (Instituto Estadual Carlos Gomes) Teatro Maria Sylvia Nunes (Estação das Docas), e o concerto final (01/05) será realizado na Praça Batista Campos, em homenagem ao Dia do Trabalhador.


O evento disponibilizará seis Master Classes que abordarão os seguintes temas: Ritmos Paraenses, Percussão para Banda Marcial, Samba de Cacete, Na Batida do Samba, Iniciação ao Pedal Duplo na Bateria e Aquecimento Muscular para Percussionistas.

As inscrições para os Master Classes podem ser feitas na Biblioteca do Instituto Estadual Carlos Gomes nos dias 14 a 27 de abril de 2010, de 8 às 12 horas.
 
 


FUNDAÇÃO CARLOS GOMES
Av. Gentil Bittencourt,909, Nazaré

INSTITUTO ESTADUAL CARLOS GOMES
Biblioteca Leonor Macêdo
Sala Ettore Bósio
Av. Gentil Bittencourt, 977,Nazaré

ESTAÇÃO DAS DOCAS (Boulevard Castilho França)
Teatro Maria Sylvia Nunes
Boulevard das Feiras (Galpão nº 3)

Realização: Fundação Carlos Gomes, Secult e Governo do Estado do Pará
Coordenação: Cláudia Oliveira
Apoio: Theatro da Paz, Associação Amigos do Theatro da Paz, Fundação Tancredo Neves,
Marinha do Brasil (Comando do 4º Distrito Naval), UEPA, SEMMA e
Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos
Colaboradores: André Leemax
Bruna Cabral
Douglas Silva
Grupo de Percussão da F.C.G.
Karen Guimarães
Lorena Brabo
Régis Falcão
Stephany Santos
TACAP (Quinteto de Percussão da Amazônia)

Assessoria de Comunicação: Rosa Borges
Bernardo Miranda



A Assembléia de Deus, Templo Alferes Costa, esta feliz e honrado em participar desse grandioso evento com seu grupo de percussão que se chama: PercuSom de Deus, onde tem a direção de Marcio Jardim e Marcio Goes.

Um trabalho que tem a participação de todos, tudo para honra e glória em nome de Jesus Cristo.



Percusom de Deus
Deus abençoando sua obra com muito ritmo


Com muita seriedade e dedicação, Marcio Jardim (Em Pé) e Marcio Goes (sentado) engrandece o nome deo Senhor Jesus 



Todos estão convidado nesse evento, Quinta feira 29 de Abril, às 17:00 horas na Fundação Carlos Gomes.


Márcio Jardim e Márcio Goes
Coordenação de Música



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sábado, abril 24, 2010

Deus se importa comigo?

Deus se importa comigo?


A partir daí, algumas perguntas perpassam inevitavelmente as mentes: onde está Deus? Por que permite que isso venha a acontecer logo comigo? Esse é o grito de cada alma, cuja essência é esta: será que Deus se importa comigo?

Deus é amor. Sua bondade e misericórdia podem ser vistas em todo o mundo. Mas o mal é uma realidade inescapável. E eu creio que Deus fica profundamente triste quando o mal nos atinge. Deus nos criou com o livre arbítrio e respeita as nossas decisões. Portanto, quando dizemos para Deus não interferir em nossas escolhas, sair do nosso governo e sair de nossas vidas, o que devemos esperar?

Sendo Deus um “Perfeito Cavalheiro”, se o abandonarmos, Ele também calmamente nos abandonará. Como Deus quereria andar com quem não quer andar com Ele? Todos querem as bênçãos de Deus. Mas como podemos esperar que Deus conceda a sua bênção e a sua proteção, se exigimos que Ele não se envolva mais conosco?

Deus foi banido das escolas, do poder público, assim como de muitos outros setores da vida humana. Quando alguns atletas de Cristo celebram seus gols com mensagens, isso incomoda tanto, mas tanto, que a FIFA pretende banir essas manifestações durante a Copa do Mundo na África do Sul. Mas não estaria, com isso, dizendo que Deus não é mais bem-vindo aos estádios?

Quando olhamos o mundo, vemos que o mal tem prosperado e tomado conta da vida sem que tenhamos uma reação adequada, pois nos faltam valores éticos e morais superiores. Exatamente os valores que Deus nos ensina em Sua Palavra.

Em apenas uma geração, muita coisa mudou: os filhos deixaram de ter consciência moral e espiritual, muitos não sabem distinguir entre o bem e o mal, entre o certo e o errado, e outros têm plantado sementes ruins cujos frutos serão também ruins.

A Palavra de Deus não é mais levada a sério como antes. É triste como muitos creem em tudo que os jornais e a televisão afirmam, mas duvidam do que a Bíblia nos diz. É lamentável constatar que muita gente quer ir para o céu, desde que não precise crer nem dizer qualquer coisa que a Bíblia ensina.

Isto certamente explica parte do problema: o Deus pessoal que se relaciona com os seres humanos e que se importa conosco, conforme revelado na Bíblia, tem sido paulatinamente banido de nossas vidas, da nossa sociedade e da nossa cultura.

Se Deus é excluído da sociedade, quer pela admissão de que evoluímos de simples primatas, ou porque não podemos deixar de crer na ciência para crer na Bíblia, como se isso fossem coisas excludentes, isto rouba das pessoas o entendimento de que precisam viver sob as leis morais de Deus.

Então, com isso, nada pode impedir de alguém viver ao seu bel prazer e fazer tudo o que quer. Entre outras coisas, isso gera inevitavelmente a banalização da vida: violência, crime, corrupção, liberação sexual, abusos, e muitos outros pecados. Ora, como ser diferente, se presumir que não haverá prestação de contas com Deus?

Agora, mudemos o foco da questão. Em vez de perguntarmos se Deus se importa conosco, cada um indague a si mesmo o quanto se importa com Deus.

Não é difícil observar que Deus tanto se importa conosco que enviou o seu próprio Filho Jesus para morrer pelos nossos pecados e nos garantir o direito à vida abundante aqui na terra e à vida eterna no céu. De nossa parte, contudo, importar-se com Deus somente quando estamos em perigo ou quando o mal bate à nossa porta é meramente um modo utilitarista de ver a vida. Mas, lembre-se, Deus não é nosso servo.

Temos de entender, contudo, que manter um relacionamento efetivo com Deus não significa que não teremos problemas na vida. Mas, mesmo que os tenhamos, Deus estará ao nosso lado, nos confortando e nos dando forças para prosseguir.

Ele está presente e o Seu amor é imenso, nos garantindo a Sua real participação nas alegrias e tristezas, e que no final tudo vai dar certo, pois “sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito” (Rm 8.28).

Quem o conhece pode dizer: Deus se importa comigo!




"Escutem a rádio ADBelém e acompanhem todo os procedimentos para o centenário da Assembléia de Deus, acompanhe os culto do templo central ao vivo de Segunda, Quarta e Sexta apartir das 19:00. adcione em seu msn: web@adbelem.org.br "



Fonte: ADBelém, Oliberal

Pr. Samuel Camara - Assembléia de Deus Bélem/PA (Igreja Mâe)


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Telefone: (91) 3233-4651 (Somente em horário de Culto)
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quarta-feira, abril 21, 2010

Santa Ceia do Senhor

A Santa Ceia é a cerimónia comemorativa da alinaça que Deus fez com o homem através do sacrifício do Seu Filho Jesus Cristo. É a cerimonia mais importante dentro do cristianismo, nao somente do ponto de vista espiritual, mas também físico.

Por meio dela, há um fortalecimento físico e espiritual do corpo do Senhor Jesus, que é a Igreja. A sua importância é tão grande que o Senhor Jesus chegou a declarar:

"...Em verdade, em verdade vos digo: se não comerdes a carne do Filho do Homem e não beberdes o seu sangue, não tendes vida em vós mesmos. Quem comer a minha carne e beber o meu sangue tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia. Pois a minha carne é verdadeira comida, e o meu sangue é verdadeira bebida. Quem comer a minha carne e beber o meu sangue permanece em mim, e eu, nele." Jo 6-53-56

A santa ceia é uma das atividades mais importante nas Assembléias de Deus e também cutivada com fé em muitas igrejas que pregam a verdade e a vida em nome do Senhor Jesus. Mais precisamos enteder um pouco sobre a ceia do Senhor.

 João Ancelmo, Marcelo Macedo e Joaquim

Suas esposas

Pastor Ronaldo Almeida
Ministrando a Ceia do Senhor Jesus

Rosana N. Adriene Almeida e Débora Monteiro
Levando o louvor com garra!

Nossos membros


Percusom de Deus no comando de Marcio Jadim

A última ceia do Senhor Jesus que aconteceu 18 de Maio foi abençoado por Deus, quase 170 pessoas participaram em nome de Jesus.

Na IEAD - Templo da Alferes Costa os dias de ceias é todo primeiro domingo de cada mês na Escola Biblica Dominical, começando as 08:00 da manha e no terceiro domingo no culto principal, começando as 18:00. Esperamos sua visita em nossa igreja.

Deus o Abençoe!

segunda-feira, abril 19, 2010

O efeito Bumerangue

O efeito Bumerangue

Fazer julgamentos precipitados e injustos sobre outros é como o efeito bumerangue. Originário da Austrália, o bumerangue, quando eficientemente lançado, sempre volta para quem o lançou. É o caso do padeiro de uma pequena cidade, que comprava sua manteiga de um fazendeiro local. Um dia, ele pesou a manteiga e descobriu que o fazendeiro estava diminuindo a quantidade nos pacotes, mas continuava cobrando o mesmo de antes. Então o padeiro o acusou de fraude.

Na corte, o juiz perguntou ao fazendeiro: “Você tem aqueles pesos para balança de dois pratos?”

“Não senhor” – respondeu o fazendeiro. “Então, como o senhor consegue pesar a manteiga que vende?”

O fazendeiro respondeu: “Quando o padeiro começou a comprar manteiga de mim, achei melhor comprar o seu pão. Tenho usado seu pão de 500 gramas como peso padrão para a manteiga que vendo. Se o peso da manteiga está errado, ele deve culpar a si mesmo”.

O efeito bumerangue existe por causa da Lei da Equivalência preconizada por Jesus, que disse: “Com o critério com que julgardes, sereis julgados; e, com a medida com que tiverdes medido, vos medirão também” (Mt 7.2).

Quando alguém profere julgamento de modo precipitado e injusto, não somente está pecando contra o próximo e contra Deus, mas também se habilitando a receber de volta o mesmo tipo de tratamento. Foi o que Paulo também ensinou: “Pois aquele que faz injustiça receberá em troco a injustiça feita; e nisto não há acepção de pessoas” (Cl 3.25).

Os fariseus do tempo de Jesus eram especialistas nisto. Ao tentarem se elevar a si mesmos, por causa de seu orgulho e vaidade, procuravam caluniar e difamar o caráter das pessoas que lhes fossem desafetas, destruindo-as.

Jesus confrontou duramente os fariseus por causa desse procedimento, chamando-os de catadores de ciscos: “Por que vês tu o cisco no olho de teu irmão, porém não reparas na trave que está no teu próprio? Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o cisco do teu olho, quando tens a trave no teu? Hipócrita! Tira primeiro a trave do teu olho e, então, verás claramente para tirar o cisco do olho de teu irmão”.

Uma charge com esse roteiro seria muito engraçada. Já pensou em alguém com uma trave no olho querendo tirar o cisco de outra pessoa? Isso mostra que Jesus possuía um apurado senso de humor, mas, mesmo assim, não negociava o valor dos princípios espirituais.

Assim como as leis físicas, os princípios espirituais são leis que, se desobedecidas, cobrarão o seu justo preço. O que aconteceria com alguém que subisse ao décimo andar de um prédio e, pretextando desprezar a lei da gravidade, ou julgando-a inexistente, se lançasse lá de cima? A resposta é óbvia. Por isso, pense no que pode acontecer com alguém que ousa desafiar as leis de Deus.

A crítica injusta, principalmente pelas costas, é utilizada sistematicamente por todos os “profetas com trave no olho” que andam na contramão da lei da equivalência, os contumazes “catadores de ciscos”. O apóstolo Paulo chama essas pessoas de “difamadores” e “caluniadores”, incluindo-os na mesma lista dos soberbos, homicidas, inventores de males, desobedientes aos pais, pérfidos, sem afeição natural e sem misericórdia. (Rm 1.28-32).

Os difamadores são os mexeriqueiros, aqueles que espalham rumores secretamente. Os caluniadores são os que falam maliciosamente a respeito de uma pessoa. Há “cristãos” que jamais passariam com o carro por cima de ninguém, mas, imbuídos de um falso senso de justiça, “atropelam” prazerosamente as pessoas com suas palavras maliciosas e cheias de veneno.

Nós só temos um antídoto contra isso: é o amor com que devemos nos amar. Jesus estabeleceu a marca que identificaria os seus discípulos: “Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros” (Jo 13.35).

Paulo disse: “O amor seja sem hipocrisia”. Ou seja: Não finja amar, pois o amor não pode ser fingido. Pedro também falou: “Tendo em vista o amor fraternal não fingido, amai-vos, de coração, uns aos outros ardentemente” (Rm 12.9; 1 Pe 1.22).

Precisamos nos arrepender da maledicência e substituí-la pelas afirmações das boas palavras que só o amor pode gerar. E, se alguém tiver de “falar mal” de outro, faça-o somente a Deus em oração. Quanto ao mais, “não vos enganeis: de Deus não se zomba; pois aquilo que o homem semear, isso também ceifará” (Gl 6.7).

Cuide do seu “bumerangue” e guarde a sua cabeça. E que Deus nos abençoe.



"Escutem a rádio ADBelém e acompanhem todo os procedimentos para o centenário da Assembléia de Deus, acompanhe os culto do templo central ao vivo de Segunda, Quarta e Sexta apartir das 19:00. adcione em seu msn: web@adbelem.org.br "



Fonte: ADBelém, Oliberal

Pr. Samuel Camara - Assembléia de Deus Bélem/PA (Igreja Mâe)


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sexta-feira, abril 16, 2010

Escola Bíblica Dominical na Vila do Cravo

Robert Raikes

Antes, veja um pouco dessa história.
O início da Escola Dominical, como a conhecemos hoje, deu-se em 20 de julho de 1780 na cidade de Gloucester. Era uma cidade importante da Inglaterra no período pós Revolução Industrial, notável por sua indústria de tecelagem. Atraía muita gente que, deixando a vida no campo, seguia para as cidades buscando melhores condições de vida. Entretanto, na cidade de Gloucester, a imensa riqueza de uma minoria contrastava com a grande pobreza e o analfabetismo da maioria da população. O fato de existirem muitas igrejas não impedia o avanço da criminalidade. Robert Raikes, fundador da Escola Dominical, dedicou-se à carreira de jornalista e editor, trabalhando na Imprensa Raikes, de propriedade da família, a qual ele passou a dirigir após a morte de seu pai.

Raikes preocupava-se muito em melhorar as condições das prisões, visando a regeneração dos criminosos que para ali eram conduzidos. Descobriu que o abandono em que viviam as crianças pobres da localidade e as suas atividades, também aos domingos, eram um estímulo à prática do crime. Que perversos os meninos de Gloucester ! Lutavam uns com os outros, eram mentirosos e ladrões, indescritivelmente sujos e despenteados. Depredavam propriedades e infestavam ruas, tornando-as perigosas com as calamidades deles.

Robert Raikes, um homem de profundas convicções religiosas, fundou então uma escola que funcionava aos domingos porque as crianças e os jovens trabalhavam 6 dias por semana, durante 12 horas. Usava a Bíblia como livro de estudo, cantava com os alunos e ministrava-lhes, também, noções de boas maneiras, de moral e de civismo.

O plano de Raikes exigia um profundo sentimento de caridade cristã. Conseguiu que algumas senhoras crentes o ajudassem, fazendo visitas aos bairros pobres da cidade, a fim de convencerem os pais a enviarem seus filhos à escola.

De 1780 a 1783, sete Escolas já tinham sido fundadas somente em Gloucester, tendo cada uma 30 alunos em média. Em 3 de novembro de 1783, Robert Raikes, triunfalmente, publicou em seu jornal a transformação ocorrida na vida das crianças.

O historiador John Richard Green afirmou:"As Escolas Dominicais fundadas pelo Sr. Raikes, no final do século XVIII, originaram o estabelecimento da educação pública popular".

O efeito da Escola Dominical foi tão poderoso, que 12 anos após sua fundação, não havia um só criminoso na sala dos réus para julgamento nos tribunais de Gloucester, quando antes a média era de 50 a 100 em cada julgamento !

Em muito pouco tempo, o movimento se espalhou e várias igrejas ao redor do Mundo organizaram suas Escolas Dominicais. Nas E.B.D. mais antigas, segundo se tem notícia, o ensino limitava-se à leitura de passagens bíblicas estudadas simultaneamente por crianças e adultos. Mais à frente, nasceu o desejo de que houvesse um sistema de lições graduadas : seriam adaptadas ao desenvolvimento da mente infantil e viria estabelecer conveniente e necessária promoção de alunos de grau em grau entre os diferentes departamentos da Escola Dominical.

Em resposta a esse apelo, o Comitê das Lições Internacionais, unanimemente, encaminhou o assunto à Convenção em Louisville, realizada em junho de 1908. Foi criado um Subcomitê, que preparou lições dirigidas aos principiantes, ao departamento primário elementar e ao primário superior. Em anexo, enviaram uma lista dos assuntos que corresponderiam aos anos seguintes desses mesmos departamentos. Anunciou-se também a preparação do programa geral de lições para todos os departamentos em que a Associação Internacional dividiu a Escola Dominical : Principiantes (4 e 5 anos), Primário Elementar (6 a 8 anos), Primário Superior (9 a 12 anos), Intermediário (13 a 16 anos), Superior (17 a 20 anos) e Adultos (20 anos em diante).

Momentos em Vila do Cravo, na Escola Bíblica Dominical


A igreja construida para comunidade local

Presente para EBD das Crianças Vila do Cravo


As crianças que comparecem fielmente a EBD merece muito mais

"Ensina a criança o caminho em que deve andar, e ainda quando for velha não se desviará dele." Pv 22:6

Nunca foi e nunca será fácil constituir uma família segundo o padrão de Deus. As pressões sempre serão muito fortes, mas “maior é Aquele que está em vós do que aquele que está no mundo” (1 João 4:4).
Provérbios 22:6: “Instrui o menino no caminho em que deve andar e até quando envelhecer não se desviará dele”.


No Encerramento um grande Coral no Som do Evangelho

O trabalho que ínicio com as crianças até hoje permanecem na direção do Presbítero Pinto e sua esposa.
A nossa Escola Bíblica Dominical tem a direção de Deus e coodenado pelo Diáconos José Luiz e Joaquim.




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quarta-feira, abril 14, 2010

Servir a Deus ajudará você e a sua família a enfrentar os desafios modernos

Servir a Deus ajudará você e a sua família a enfrentar os desafios modernos


 
Para seus irmãos efésios, Paulo escreveu: "Portanto, vede prudentemente como andais, não como néscios, e sim como sábios, remindo o tempo, porque os dias são maus" (Efésios 5:15- 16). Quanto pior for o ambiente no qual os cristãos têm que morar, se torna mais necessário tomar cuidado e ser forte no serviço ao Senhor.

Agora nestes tempos modernos os cristãos têm idéia sobre o que Paulo queria dizer quando ele falou que os "dias são maus". De quase todas as direções, nossa cultura ameaça nossa fé. A pessoa que leva a sério o seu relacionamento com Cristo não pode evitar ficar preocupado sobre o que espera no futuro. E para muitos de nós, a sobrevivência espiritual de nossas famílias é a preocupação maior. Os desafios modernos à família são tão mortíferos quanto reais.

A onda de promiscuidade sexual que resultou da Revolução Sexual atira contra o coração da família: o relacionamento de uma só carne, fiel e de ambos os lados entre marido e mulher. A homossexualidade promete redefinir o próprio conceito do que é uma família. O divórcio em abundância tem tornado impossível uma criança ter a certeza que o seu lar ficará unido até crescerem. Os movimentos dos direitos da criança e da paternidade social discutem que as crianças devem ser criadas pelo estado e não pelos seus pais. O aborto, o suicídio e a eutanásia têm implicações preocupantes na família. A mídia de entretenimento, o sistema educacional e o estado de bolsas financeiras todos estão arrumados contra a família tradicional. Ao todo, é um monte de forças ali que enfrentam a família de hoje.

O que podemos fazer para enfrentar estes desafios? Podemos servir a Deus fielmente nas nossas famílias! Pode ser uma idéia simples, mas é verdadeira: servir a Deus sempre tem sido a melhor maneira de nos manter fortes espiritualmente e sobrevivermos aos ataques de uma cultura hostil.

Pense, por exemplo, sobre os três amigos de Daniel. Na história familiar de Daniel 3, Sadraque, Mesaque e Abede-Nego foram fortes o suficiente a arriscarem as suas vidas ao invés de adorarem a imagem que Nabucodonosor havia colocado. Ameaçados com a morte, simplesmente disseram, "Ó Nabucodonosor, quanto a isto não necessitamos de te responder. Se o nosso Deus, a quem servimos, quer livrar-nos, ele nos livrará da fornalha de fogo ardente e das tuas mãos, ó rei" (Daniel 3:16-17). Há mais do que uma ligação de coincidência entre a força destes homens em Deus e o serviço anterior deles para Deus. Eles tinham o que era preciso para passar nesta prova porque estavam servindo a Deus mesmo antes da prova chegar.

Os mesmos princípios governam a força espiritual das nossas famílias. Se, como famílias, amamos verdadeiramente ao Senhor e ao nosso próximo (Mateus 22:37-39), se nós verdadeiramente nos entregamos ao Senhor (2 Coríntios 8:5), e se servimos "a Deus de modo agradável, com reverência e santo temor" (Hebreus 12:28), encontraremos o que for necessário para superarmos a dificuldade. Para espantar a doença espiritual e a destruição, uma família precisa de um "sistema imunológico", e o sistema imunológico que Deus pretendia que as famílias tivessem é fortalecido dia-a-dia no processo de servi-lo. Não há atalho. Sem os recursos que são fortalecidos desta maneira, realmente não há nada que possa proteger uma família das influências devastadoras com as quais temos que lidar agora.

Em primeiro lugar, servir a Deus é o que fortalece a fé. A maioria das ameaças modernas à família surgiram de uma filosofia humanística que nega a existência de Deus. A fé que é realmente de Deus, a confiança nele pessoalmente, é o que é necessário para enfrentar estes desafios. Muito tempo atrás, João escreveu, "porque todo o que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé" (1 Joâo 5:4). Não há nenhum comprimido que podemos tomar que nos dará esta fé que vence o mundo. A fé é ganha no processo diário de servir a Deus da melhor maneira possível de acordo com o nosso entendimento.

Em segundo lugar, servir a Deus é o que constrói o caráter genuíno da pessoa interior. Os maiores perigos que as nossas famílias enfrentam hoje são aqueles que atacam o nosso ser mais interior, a nossa própria natureza como seres criados na imagem de Deus. A força que requer para lidar com tais perigos é a força de um profundo caráter piedoso. Paulo orou para que seus irmãos fossem "fortalecidos com poder, mediante o seu Espírito no homem interior" (Efésios 3:16). O caráter não é fortalecido descansando numa poltrona; é desenvolvido no trabalho ativo de servir a Deus. As famílias de hoje que esperam sobreviver a tudo que está se passando irão precisar de mais do que a força superficial daqueles que meramente falam a respeito do Senhor. Precisamos do verdadeiro caráter que vem do serviço diário, genuíno a Deus.

Em terceiro lugar, se as nossas famílias conseguirão encarar os desafios modernos, devemos gozar de relacionamentos ricos e profundos entre os membros da família. Estes relacionamentos não acontecem sozinhos, desenvolvem e aprofundam através do tempo que servimos ao Senhor. O que é verdadeiro na congregação local não é menos verdadeiro em nossas famílias físicas: a força vem "segundo a justa cooperação de cada parte" (Efésios 4:16). A maior força no mundo é a força daqueles que cresceram e ficaram fortes servindo ao Senhor juntos. Servir ao Senhor enriquece as nossas relações familiares, e fazendo isto põe nestes relacionamentos uma força que dificilmente pode chegar de outra maneira.

Acontece que servir a Deus faz mais uma coisa para nós. Nos dá coragem! Sem a coragem, estamos perdidos. Paulo encorajou aos coríntios, "Sede vigilantes, permanecei firmes na fé, portai-vos varonilmente, fortalecei-vos" (1 Coríntios 16:13) A famíla piedosa que sobrevive a cultura moderna e supera no Senhor não é aquela que se compromete covardemente com o mal. Ela corajosamente se posiciona pelo que é verdadeiro e bom. Por fim, a coragem da qual as nossas famílias precisam hoje em dia é formada nos nossos corações enquanto experienciamos a realidade de viver a vida em Cristo. Temos que fazer mais do que freqüentar os cultos da igreja; temos que "saborear" que o Senhor é gracioso (1 Pedro 2:3). Quando fizermos assim, as nossas famílias terão o tipo de poder do qual o diabo foge.



- por Gary Henry



Fonte: Estudo da Bíblia



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segunda-feira, abril 12, 2010

Preparativos do centenário...

Estamos em preparação ao centenário das Assembléias de Deus em Belém do Pará, onde todas as atenções estam voltada para esse grande momento, único e triunfal pra glória de Deus.

O dia já esta agendado 11 de junho de 2011, nasceu em Belém do Pará, hoje são mais de 176 países.

Na visita do Pastor Samuel Camara a nossa igreja (Templo Alferes Costa) ele fez um grande convite para Percusom de Deus em participar no templo central e dos 98 anos da assembléia de Deus.

Pr. Samuel Ministrando a Ceia do Senhor Jesus!


Pastor Samuel Camara e Pastor Sebastião Castro

Foi uma honra para nossa igreja com a Percusom de Deus no Templo Central.

Noite de honra, galera indo Rumo ao Templo Central




Outro grande presente de Deus que o Pastor Samuel Camara nos abençoou foi nos 98 anos.


Instrumentos Preparados


Maestros Responsáveis


Marcio Jardim sendo entrevistado


Marcio Jardim no comando


A grande meta do centenário é:

1. Inaugurar 100 novos templos em Belém. Já inauguramos 41 templos, faltam apenas 59. A nossa meta é atingir a marca de um templo para cada 2.500 habitantes da cidade, ou cada 500 famílias. Isto para que ninguém precise andar mais de um quilômetro para achar ajuda espiritual em um dos templos da Assembleia de Deus.

2. Construir a Avenida Centenário da Assembleia de Deus. Os documentos de compra do prédio atrás ao templo central foram assinados e já começamos o processo de demolição.

3. Construir o Centro Histórico Nacional da Assembleia de Deus no Brasil no prédio situado ao lado do templo central, que comportará: Museu Nacional da Assembleia de Deus no Brasil; Rádio e Televisão Boas Novas, cuja torre com o nome JESUS será colocada no topo do prédio, que será a mais alta torre da cidade, para que todos assistam com qualidade a mensagem do amor de Deus.

4. Edificar o Ginásio Centenário da Assembleia de Deus, numa área de 40.000m2, do lado oposto do Estádio Olímpico do Mangueirão, cujo terreno é de nossa propriedade, onde funciona hoje um templo da nossa Igreja chamado Vale da Bênção.

Temos muito trabalho para fazer e contamos com a vossa ajuda para chegarmos a grande meta que Deus colocou no coração do Pastor Samuel Camara.

Fonte: Adbelém
Fotos: Reinaldo Mourão, Gabi Portal


A Conta do Centenário é Banco Bradesco: Agencia 1505-9 Conta Corrente: 1911-9.



Maiores informações: Alô Centenário: (91) 3241-4521





Nos 99 anos estaremos lá pela graça e misericórdia de Deus. 





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Assembléia de Deus - Templo Alferes Costa / Distrito: Pedreira 2
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sábado, abril 10, 2010

O quanto você quer de Jesus?


Conta uma parábola que um crente chegou ao pastor da sua igreja e disse: “Pastor, eu gostaria de comprar um pouco de Jesus”. Ele queria apenas o suficiente para lhe dar um sono tranquilo à noite, mas nada que o perturbasse com a sorte das minorias oprimidas; que fosse o suficiente para fazê-lo dormir, mas não o fizesse sofrer com os miseráveis.

Ele queria só um pouco de Jesus que o emocionasse, mas não o transformasse; que lhe desse a cura física, mas não a cura interior. Ele queria apenas algo que lhe concedesse o calor humano, como de um “útero social”, mas nada que o levasse à crise existencial do novo nascimento.

Esse crente queria um pouco de Jesus que lhe garantisse o pão de cada dia, mas não o deixasse inquieto com os que não têm o que comer; apenas o suficiente para proteger a sua casa e os seus bens, mas não o deixasse perplexo com a situação dos que dormem debaixo das pontes. Um pouco, não muito, não tudo de Jesus; apenas o suficiente para lhe abrir as portas do céu, mas não lhe exigisse abrir os olhos para ver a maldade do seu próprio coração.

Receio que isso, embora expresso em parábola, não seja mera coincidência. É como a criança cuja mãe lhe dá pão com doce; lambe o doce e devolve o pão.

É provável que tenhamos chegado ao tempo predito por Jesus, em que “por se multiplicar a iniquidade, o amor se esfriará de quase todos” (Mt 24.12). Alguém enamorado jamais se atrasa a um compromisso. Mas, hoje, a maioria não considera prioridade sequer chegar na hora para um culto de adoração ao Senhor.

Outra característica da nossa época é que o homem Jesus, o Filho de Deus, foi reduzido ao estereótipo de um ser mitológico, fruto da imaginação, uma pessoa “distante”. E alguns que se dizem “cristãos” vivem de tal modo como se Ele não existisse. Por isso, não é de se estranhar que alguns queiram “um pouco de Jesus”; apenas o bastante para não incomodar suas vidinhas vazias.

A questão que deveria incomodar, hoje e sempre, é se realmente acreditamos que Jesus Cristo é a resposta de Deus ao problema existencial do ser humano. Ora, se a resposta está em Jesus, o que justificaria, então, as mudanças substanciais na mensagem que é pregada por não poucos líderes cristãos e também no modo como muitos a vivem?

Preocupa-me o fato de estar sendo pregado e vivido ultimamente um cristianismo sem compromisso, uma fé utilitária, uma religião de consumo, na qual Jesus é reduzido às mesmas categorias das coisas de que precisamos.

É fácil deduzir que alguns frequentam igrejas, não porque querem Jesus, mas apenas porque desejam o que Ele pode proporcionar. Não o buscam pelo que Ele é, mas pelo que pode dar; não o buscam porque de fato o desejam, mas por entenderem que Ele é imprescindível para a realização dos seus planos pessoais.

O egoísmo próprio de nossa época quer que Jesus seja tirado do centro do universo, de modo que certos “cristãos” querem Jesus apenas o suficiente para ficar “de bem com a vida”. Muitos desejam um cristianismo humanista, mas não divino; uma redenção sem sangue, uma salvação sem mudança de vida, um discipulado sem cruz, um pentecoste sem o poder do Espírito Santo.

Mas essa época nos impõe algumas perguntas, as quais exigem respostas coerentes.

Que tipo de cristianismo nós queremos? Um cristianismo que nos deixe de bom astral, mas não nos custe nada? Uma mensagem que não fale de sacrifício, de renúncia, de perdas, só de sucesso? Uma fé indolor, sem sofrimento, que não nos deixe nenhuma marca? Uma existência inodora, sem o bom cheiro de Cristo, para não sermos incômodos?

Isto é preocupante, não somente porque a mensagem cristã está sendo diluída, mas também porque a própria maneira de viver o cristianismo tem sido maculada.

O modo como alguém prega e vive a mensagem do evangelho reflete a qualidade da sua consagração a Cristo. O quanto alguém tem de Jesus depende do quanto de si mesmo entrega a Ele.

Viver com Jesus é um desafio radical: “Quem acha a sua vida perdê-la-á; quem, todavia, perde a vida por minha causa achá-la-á”. Ou seja: se dermos a Ele toda a nossa vida, teremos a vida Dele toda.

Sendo assim, o quanto você vai querer de Jesus?







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